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Usuport nº 393   
 
01 de Fev de 2021  

Usuport propõe licitação independente do corredor ferroviário Minas-Bahia

 
  Usuport propõe licitação independente do corredor ferroviário Minas-Bahia  
 

Em posicionamento público divulgado em seu site oficial, a Associação de Usuários dos Portos da Bahia - Usuport solicita à Agência Nacional de Transportes Terrestres - ANTT que o Corredor Minas-Bahia da Ferrovia Centro-Atlântica (FCA) seja excluído do processo de renovação antecipada, por mais 30 anos, por meio do 6º Termo Aditivo ao Contrato de Concessão da Malha Leste. A Associação propõe que a ANTT realize estudos para licitar o Corredor Minas-Bahia, até setembro de 2025, observando o aproveitamento dos ativos existentes, promovendo sua modernização.


A Usuport argumenta que os estudos para renovar a concessão não contemplam investimentos obrigatórios em "gargalos", nem em modernização, que permitam à concessionária prestar o serviço público adequado. A FCA possui as operações concentradas nos Corredores Centro-Leste, Centro-Sudeste e Minas-Rio, sem prestar serviço adequado no Corredor Minas-Bahia - há 24 anos, de acordo com a Associação.


O Corredor Minas-Bahia, de propriedade da União, possui 2.375 km de faixa de domínio, áreas antropizadas, vias permanentes, estações, oficinas, equipamentos etc. Para a Usuport, o Estado da Bahia, pela sua dimensão geográfica e socioeconômica, não pode prescindir destes ativos e do uso da ferrovia.

 
  Infraestrutura ferroviária de Salvador será desativada a partir do dia 15  
 

O Governo da Bahia anunciou que irá desativar a linha férrea de Salvador a partir do dia 15 de fevereiro, para início das obras de construção de um Monotrilho. O novo modal, que opera elevado sob vigas de concreto, exigirá a destruição da infraestrutura ferroviária existente, que conecta a capital baiana à malha da Ferrovia Centro-Atlântica, excluindo de Salvador o potencial transporte ferroviário de cargas. O atual traçado ferroviário soteropolitano liga o Porto de Salvador à cidade de Juazeiro, no norte da Bahia, além de conexões com os estados de Minas Gerais e Sergipe.

 
  Cade retoma julgamento da THC2 na próxima quarta (3)  
 

O Conselho Administrativo de Defesa Econômicas (Cade) retoma na próxima quarta-feira (3) o julgamento dos processos relativos à taxa conhecida por THC2, suspenso desde 7 de outubro de 2020, após pedidos de vista da conselheira Leniza Prado. 


A questão divide o setor portuário há quase 20 anos. Os terminais secos argumentam que o preço desse serviço já está incluído na THC, o que resultaria em uma cobrança duplicada do mesmo serviço, configurando uma concorrência desleal.


Até o momento do pedido de vista, o plenário do órgão antitruste vinha mantendo sua posição contrária à cobrança, em um processo movido contra o terminal de contêineres do porto de Suape, em Pernambuco. O relator do processo, Luiz Hoffmann, votou contra a cobrança e foi acompanhado pelo procurador do Cade, Walter Agra.

 
  TGS I do Porto de Aratu voltou a operar em janeiro  
 

Parado deste abril de 2018, por riscos na estrutura, o TGS I voltou funcionar em
janeiro, descarregando concentrado de cobre da Paranapanema, associada Usuport. Entre outubro e janeiro, foram investidos cerca de R$3 milhões pela operadora portuária Porto Forte, resultado de um ano de trabalho da diretoria da Codeba junto com a Usuport e a Paranapanema, para colocar os equipamentos em ordem de proceder o descarregamento de concentrado de cobre e fertilizantes.

 
  Paralisação de caminhoneiros tem baixa adesão  
 

A greve dos caminhoneiros, anunciada para esta segunda-feira (1), foi resumida em pequenos atos isolados ao logo do País. O Governo Federal monitorou as manifestações e agiu para minimizar maiores impactos. A atuação da Polícia Rodoviária Federal foi determinante para evitar que os atos gerassem congestionamentos no tráfego das rodovias brasileiras. Ao longo da última semana, várias entidades que representam os caminhoneiros anunciaram que não iriam aderir ao movimento. Foram identificados protestos em São Paulo, Rio Grande do Norte e na Bahia, onde um grupo de aproximadamente 50 pessoas realizaram uma caminhada no acostamento da BR-324 durante a manhã. Ao meio dia, o Centro Integrado de Comando e Controle Nacional soltou uma nota informando que "todas as rodovias federais, concedidas ou sob gestão do DNIT, encontram-se com o livre fluxo de veículos, não havendo nenhum ponto de retenção total ou parcial".

Todas as outras rodovias federais, concedidas ou sob gestão do DNIT, encontram-se com o livre fluxo de veículos, não havendo nenhum ponto de retenção total ou parcial"... - Veja mais em https://economia.uol.com.br/colunas/carla-araujo/2021/02/01/greve-caminhoneiros-governo-monitora-e-diz-que-movimento-nao-prosperou.htm?cmpid=copiaecola
 
  JSL adquire TPC por R$288,6 mi  
 

O grupo JSL comunicou ao mercado a compra da empresa baiana Pronto Express Logística S.A., conhecida pela sigla TPC. O anúncio foi divulgado no dia 26 de janeiro e o valor final da transação foi de 288,6 milhões. 


A TPC atua na operação de armazéns alfandegados, logística dedicada in house, cross docking e gestão integrada de distribuição. São mais de 850.000m² de armazéns e presença em 24 estados, tendo mais de 5 mil colaboradores. Em 2020, a TPC apresentou receita líquida de R$ 415 milhões, EBITDA de R$ 57,5 milhões, lucro líquido de R$15,4 milhões e um índice de alavancagem de Dívida Líquida/EBTIDA de 1,9 vezes. 


O Grupo JSL argumenta que a transação traz sinergias ao negócio de armazenagem e logística interna da empresa - que  atualmente  opera  cerca  de  140.000 m² de  armazéns -, soma  ao  portfólio novos serviços como as operações dedicadas in house e a distribuição fracionada de encomendas–last mile. Conjuntamente ,as operações de distribuição urbana na última milha da JSL, FADEL e TPC serão responsáveis por 56 mil entregas por dia.


Recentemente o Grupo JSL arrematou os terminais TGS1 e TGS2 do Porto de Aratu, leiloados pelo Ministério da Infraestrutura.  No entanto, o grupo paulista não incluiu as operações portuárias da TPC nas negociações que culminaram na compra da empresa baiana.

 
  Hapag-Lloyd anuncia investimentos de US$ 1 bi para a construção de seis navios  
 

A armadora alemã Hapag-Lloyd assinou um pedido de seis navios porta-contêineres com capacidade para mais de 23.500 TEUs. As embarcações serão construídas pelo estaleiro coreano Daewoo Shipbuilding & Marine Engineering e devem ficar prontas entre os meses de abril e dezembro de 2023.  Os investimentos são da ordem de US$ 1 bilhão. Os navios serão implantados nas rotas entre Europa e Extremo Oriente como parte da The Alliance e tem como meta aumentar a competitividade da Hapag-Lloyd neste comércio. Como parte da estratégia de sustentabilidade da companhia de navegação, os navios serão equipados com um motor bicombustível de alta pressão – mais eficientes em termos de combustível – e que funcionará com GNL, mas, alternativamente, tem capacidade de tanque suficiente para operar com combustível convencional.

 
  Comissão Marítima dos EUA investiga rejeição de transportadoras à produção agrícola  
 

De acordo com o canal por assinatura americano CNBC, as transportadoras marítimas rejeitaram os contêineres de exportação agrícola dos EUA no valor de centenas de milhões de dólares durante outubro e novembro de 2020 e, em vez disso, enviaram contêineres vazios de volta à China para serem abastecidos com exportações chinesas mais lucrativas. As recusas ocorreram durante a alta temporada das exportações agrícolas nos Estados Unidos e deixaram os setores produtivos em alerta. A Comissão Marítima Federal lançou uma investigação sobre o assunto e está revisando os dados comerciais para ver se as transportadoras que recusaram a exportação de carga dos EUA eram uma violação da Lei de Navegação.

 
 

 

 
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