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Usuport nº 374   
 
16 de Abr de 2020  

Estudo prevê queda de 6,4% no PIB baiano

 
  Estudo prevê queda de 6,4% no PIB baiano  
 

A Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB) publicou estudo com uma projeção de queda de 6,4% do PIB baiano em 2020, decorrente dos possíveis impactos da atual pandemia sobre a economia baiana. Foram construídos três cenários, um de alto impacto, outro de baixo impacto e o terceiro, que é a média aritmética desses dois. O documento alerta que “torna-se urgente reforçar a adoção de medidas que amenizem os efeitos desta crise e que se não forem implementadas providências urgentes para preservar as empresas, a recuperação se tornará ainda mais difícil, uma vez que a estrutura econômica pode se desorganizar, como uma reação em cadeia, o que tornará mais difícil a volta à normalidade após o controle da pandemia”. Confira na íntegra clicando aqui.

 
  Terminais de contêiner adiam reajustes das Tabelas Públicas  
 

Devido à crise do coronavírus, os terminais operadores de contêineres nos portos de Santos (BTP) e de Salvador (Tecon), este atendendo a pedido da Usuport, decidiram adiar o reajuste da tabela pública de serviços, que sofreria aumento este mês. No caso do Tecon,  os novos valores foram postergados para 30/6/2020.

 
  Incertezas dominam segmento de contêiner  
 

A crise provocada pela pandemia do coronavírus traz incertezas para os terminais portuários e empresas de navegação, neste segundo momento, reflexo dos efeitos do isolamento social no Brasil e Europa. Segundo fontes, há previsão de viagens suspensas para ao menos as próximas três semanas, já se observando uma queda na taxa de ocupação dos navios que estão saindo da China para o Brasil. Um dos principais motivos seria a retração na demanda brasileira, provocada pelo fechamento de fábricas e lojas no país, aliado à oscilação cambial das últimas semanas, que tem sido um obstáculo para as importações.O volume de carga vinda de alguns países do continente, como a Espanha, já deu sinais de retração e a previsão é que a situação se agrave este mês, embora, em maio, se espere uma pequena recuperação. Por sua vez, as exportações brasileiras seguem fortes, impulsionadas pela safra recorde de grãos e pelo dólar alto. Entretanto, a falta de contêineres no país, com a perspectiva de novos cancelamentos de viagens entre China e Brasil, pode voltar a prejudicar as exportações.

 
  ICTSI faz alerta sobre economia  
 

Para o presidente do conselho da International Container Terminal Services (ICTSI), o filipino Enrique Razon, o ano de 2020 já está perdido por causa do impacto da pandemia de coronavírus sobre as maiores economias. Ele acredita que o pior ainda está por vir, uma vez que os volumes movimentados pela operadora portuária ICTSI, presente em quase 20 países, provavelmente caíram de 10% a 15% no mês passado e devem encolher ainda mais em abril. "A única coisa que conta agora é derrotar o vírus", disse Razon, "As preocupações das empresas são secundárias neste momento; reduzam o contágio. Levantar a quarentena neste ambiente vai ser muito complicado, muitas pessoas estão subestimando o que isso realmente vai exigir", alertou.

 
  Armadores cancelam serviços  
 

Os transportadores globais de contêineres cancelaram mais de 160 partidas na semana passada, enquanto tentavam manter as taxas de frete diante de bilhões de dólares em perdas potenciais causadas pela queda na demanda.

Os cancelamentos de serviços aumentaram de 45 na semana passada para 212, de acordo com a empresa de consultoria Sea-Intelligence ApS, com sede em Copenhague.

Estima-se que as maiores operadoras internacionais sofrerão perdas combinadas que variam de US$ 800 milhões a US$ 23 bilhões este ano, dependendo de como gerenciam o impacto econômico dos bloqueios generalizados causados pelo coronavírus.

As consequências financeiras para as linhas de transporte marítimo parecem ser relativamente leves até agora em comparação com as das companhias aéreas e outros operadores de transporte que dependem de passageiros. Mas as linhas de navegação estão freando.

 
  Maersk traz para o Brasil 1,8 mil contêineres refrigerados  
 

Para minimizar os impactos da escassez de contêineres refrigerados no Brasil sobre as exportações de carnes e frutas, a Maersk, maior empresa de navegação marítima do mundo, está trazendo 1,8 mil contêineres para o país. De acordo com a empresa, os contêineres chegam ainda nesta semana e serão distribuídos conforme a demanda dos clientes. A capacidade de cada contêiner refrigerado é de cerca de 25 toneladas. Juntos, os 1,8 mil contêineres trazidos pela Maersk têm capacidade par armazenar 45 mil toneladas de produtos.

 
  Decreto recria Conaportos  
 

O governo federal instituiu, através do Decreto nº 10.319, publicado no Diário Oficial da União do último dia 13, a Comissão Nacional das Autoridades nos Portos (Conaportos), recriando, em formato mais enxuto, entidade que já esteve em funcionamento em governos anteriores. A Comissão terá como finalidade "propor, coordenar e avaliar medidas de eficiência relacionadas às atividades desempenhadas pelos órgãos e entidades públicas" ligados aos portos brasileiros. Entre as mudanças, a comissão passará a se reunir em caráter ordinário trimestralmente e terá encontros extraordinários sempre que convocadas por seus presidentes ou por requerimento de seus membros.

 
  Infraestrutura estuda adotar audiência eletrônica  
 

Conforme divulgou o jornal Estadão, em uma tentativa de mitigar os efeitos da pandemia no cronograma de concessões, o Ministério da Infraestrutura avalia adotar videoconferências para realizar as audiências públicas dos projetos que irão a leilão. A secretária de Planejamento, Desenvolvimento e Parcerias do Ministério da Infraestrutura, Natália Marcassa, declarou que uma das primeiras nesse modelo deve ser realizada para o setor de portos. O que deve ajudar é o fato de a maioria dos projetos previstos para este ano já ter passado pela fase de audiência pública.

 
  Safra 2020 será de 245,2 milhões de toneladas  
 

A safra agrícola de 2020 deverá ser recorde, com estimativa de atingir 245,2 milhões de toneladas, 3,7 milhões de toneladas a mais que o desempenho do ano anterior, indicando um crescimento de 1,5%. Os dados são do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola de janeiro, divulgado no último dia 9, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em relação ao prognóstico anterior da Safra Agrícola, divulgado em março, houve queda de 1,6% na estimativa para a safra deste ano, o equivalente a menos 3,9 milhões de toneladas, mas a previsão de recorde foi mantida.

 
 

 

 
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