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Usuport nº 309   
 
01 de Ago de 2017  

Vinci é a nova gestora do Aeroporto de Salvador

A Agência Nacional de Aviação Civil assinou, dia 28 de julho, contrato de concessão, por 30 anos, com a companhia francesa Vinci Airports para administrar o Aeroporto Internacional Luís Eduardo Magalhães, de Salvador. Leiloado em março deste ano por R$ 1,59 bilhão, o aeroporto recebe, em média, 21 mil passageiros por dia. O contrato passa a valer efetivamente 30 dias após a publicação no Diário Oficial, quando a companhia inicia um período de administração conjunta com a Infraero até março de 2018. A concessão aumentará a capacidade do aeroporto para 35 milhões de passageiros dentro de 30 anos. São esperados, já a partir de 2018, novos voos internacionais e atração de novas companhias aéreas. Entre os principais investimentos que deverão ser realizados pela empresa, a partir de 18 meses,  estão: a ampliação do terminal de passageiros, pátios, a segunda pista de pouso e decolagem e seis novos fingers. A Vinci é uma empresa global e Salvador é o primeiro aeroporto a ser administrado no Brasil. Também, opera aeroportos como o de Santiago (Chile), 6 na República Dominicana, 13 na França, 10 em Portugal, inclusive o de Lisboa, 3 no Camboja e 2 no Japão.

 
  Prefeitura vai cobrar IPTU de áreas do Porto de Salvador  
 

Conforme divulgou o jornal A Tarde de 31 de julho, a Prefeitura de Salvador (BA) vai cobrar no próximo ano o pagamento do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) de equipamentos públicos concedidos em regime de parceria público-privada (PPP). Constam da lista a Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba), que administra o Porto de Salvador, Aeroporto, Terminal da Lapa, Rodoviária, Arena Fonte Nova e estações do metrô, geridas pelo grupo CCR. A cobrança é polêmica, mas o Supremo Tribunal Federal entendeu como legítima no caso, por exemplo, do Porto de Santos (SP), decisão que abre brecha para a cobrança pelas demais prefeituras do país.

 
  Obras do quebra-mar do Porto de Salvador estão paradas  
 

As obras de prolongamento do quebra-mar do Porto de Salvador estão paralisadas, após o Tribunal de Contas da União, em decisão liminar, determinar a suspensão dos pagamentos ao consórcio Equipav/Iva, por entender que “há um suposto custo a mais de R$ 22 milhões”. A Companhia das Docas do Estado da Bahia também apontou a existência de superfaturamento e abandono das obras pelo consórcio e rescindiu o contrato de R$ 79,6 milhões. A Codeba informou que está analisando a conveniência e oportunidade de lançar nova licitação, tendo em vista que a obra do quebra-mar é fundamental para o projeto de ampliação do terminal de contêineres. O futuro cais será construído pela iniciativa privada, com 543 metros de extensão e 24 metros de largura, a partir da extremidade do Cais de Água de Meninos

 
  Tráfego da BR-242 na Bahia é liberado com inauguração de obra  
 

O ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintella, esteve dia 28 de julho em Luís Eduardo Magalhães (BA) para liberar o tráfego da BR-242 no estado. A obra contemplou serviços de pavimentação, sinalização e drenagem da rodovia, que faz parte de um corredor de ligação entre o oeste baiano e a região sudeste do estado de Tocantins, na qual foram investidos R$ 63,7 milhões. São 49 quilômetros de extensão, que vão do município de Luís Eduardo Magalhães até a divisa com o estado de Tocantins. A região é uma das que mais se desenvolve no Brasil, atingindo um crescimento de 12% ao ano. O ministro também esteve na cidade de Coribe (BA) para dar ordem de serviço para a construção do contorno de Coribe na BR-135. Serão investidos R$ 89,7 milhões para adequar o trecho entre Jaborandi, Coribe até Cocos. As obras já estão com 30% de execução.

 
  Assoreamento prejudica embarques em Santos  
 

Os prejuízos com a redução do calado operacional do Porto de Santos chegam a US$ 35 milhões, o equivalente a R$ 109,9 milhões por semana aos armadores, segundo estimativa do Centro Nacional da Navegação. As perdas podem ser ainda maiores se forem levadas em conta as despesas de outros usuários do cais santista. Desde que o calado foi reduzido, dezenas de embarcações precisaram fazer escalas extras em outros complexos portuários para descarregar. Além disso, cargas que já estavam com previsão de embarque tiveram de ficar armazenadas em terminais mais tempo do que o previsto. Com isso, os prejuízos se acumularam. Segundo dados do Sindicato das Agências de Navegação Marítima do Estado de São Paulo, a cada centímetro a menos de calado deixa-se de embarcar entre sete e oito contêineres. Com a redução atual, isso representa uma perda de carregamento de até 720 contêineres ou 5 mil toneladas de carga por viagem.A Maersk Line, por exemplo, deixa de embarcar 220 contêineres, o equivalente a sete mil toneladas por navio. Desde o final de junho, o assoreamento reduziu a profundidade do canal de acesso ao porto, que era de 13,20 metros, chegou a 12,30 metros e agora é de 12,60 metros.

 
  Empresa chinesa negocia financiamento para porto de São Luís  
 

A China Communications ConstructionCompany (CCCC) está negociando junto a bancos chineses o financiamento de R$ 1,4 bilhão para o Porto de São Luís (MA). A expectativa é de que o contrato de crédito com mais de um banco seja assinado até outubro, quando devem ser iniciadas as obras de construção de um dos maiores portos privados da região Nordeste. O valor total do investimento é de R$ 1,7 bilhão, sendo que o restante será aportado diretamente pela CCCC, que tem 51% do projeto, e pela WPR, braço de infraestrutura da Wtorre. A CCCC é representada no Brasil pelo Banco Modal, com o qual estabeleceu joint venture em 2014.

 
  Camex adia fim de acordo marítimo com o Chile  
 

A Câmara de Comércio Exterior (Camex) adiou para 2020 o rompimento do acordo de frete marítimo firmado com o Chile desde 1974, que praticamente criou um duopólio na rota entre os dois países. A Camex decidiu pelo rompimento em 2020, quando termina a vigência do atual contrato, renovado em 2015. A Confederação Nacional da Indústria (CNI), que defende o rompimento há anos, afirmou, em nota, que o setor privado não encontra nenhuma justificativa “plausível” para a decisão.

 
  ANTT lança anuário do setor ferroviário  
 

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) lançou, em julho, o Anuário do Setor Ferroviário, com o objetivo de divulgar dados relativos ao setor de transporte de cargas no período de 2006 a 2016. A publicação contém informações que poderão ser utilizadas no processo de formulação de políticas públicas, no desenvolvimento de estudos e pesquisas pelas universidades e por empresas, e pelas próprias concessionárias ferroviárias. Para conferir o material, clique aqui.

 
  Governo mantém o contingenciamento do PAC  
 

O ministro do Planejamento, Dyogo de Oliveira, anunciou a manutenção do contingenciamento orçamentário de R$ 5,9 bilhões e um remanejamento de R$ 2,2 bilhões para demanda emergências dos ministérios ao longo dos próximos meses.
O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) foi reduzido de R$ 27,2 bilhões para R$ 19,7 bilhões, um corte de R$ 5,236 bilhões, e perderá mais R$ 2,251 bilhões em função do remanejamento de despesas para atender demandas emergenciais.

 
  Brasil é campeão de isolamento em comércio internacional  
 

De acordo com o Open Market Index, o ranking da abertura de mercado da Câmara de Comércio Internacional, publicado em julho, o Brasil é o 69° país mais aberto do mundo, entre 75 pesquisados. No ranking, está pior do que a Argentina, que fica em 68ª, Quênia, Uganda, China e Índia, e ocupa a última posição entre os países-membro do G20 – o grupo de 19 maiores economias do mundo mais a União Europeia. Nas seis posições que ficam abaixo do Brasil estão Bangladesh, Nigéria, Paquistão, Etiópia, Sudão e Venezuela.

 
  Produtos brasileiros perdem espaço no mercado agrícola mundial  
 

Levantamento da Organização Mundial do Comércio (OMC) indica que o Brasil perdeu espaço no mercado agrícola mundial. Apesar de continuar sendo o 3º maior exportador do planeta, com a quarta maior superfície agrícola do mundo, superado apenas pelos EUA e Europa, a fatia no mercado internacional encolheu. Na avaliação anterior feita pela OMC, em 2012, o Brasil correspondia a 7,3% do fornecimento mundial. No atual exame, a constatação é de que essa taxa caiu para 5,1%. A OMC destaca que o Brasil manteve a liderança mundial na venda de açúcar, suco de laranja e café.

 
  Diretor da Usuport integra Comitê da ONU  
 

Wilson Andrade, do Conselho Diretor da Usuport, onde representa o  Sindicato das Indústrias de Fibras Vegetais no Estado da Bahia (Sindifibras), é o mais novo membro do Comitê Consultivo do Fundo Comum de Commodities da Organização das Nações Unidas (ONU). O Comitê é uma instituição financeira intergovernamental autônoma estabelecida no âmbito da ONU e tem 101 Estados-membros, dentre estes o Brasil. O objetivo da entidade é contribuir para o crescimento social e econômico, a integração dos países em desenvolvimento com os mercados internacionais e regionais, dando apoio a projetos em commodities que ajudem a criar emprego, aumentar a renda familiar e reduzir a pobreza.

 
 

 

 
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