16 de abril de 2018 às 10:28

Escaneamento de contêineres entrava e onera o comércio exterior

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A instalação do novo scanner digital usado para inspecionar cargas que desembarcam no Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP), que começou a operar em outubro do ano passado, em vez de agilizar o processo de despacho de produtos, em algumas situações se transformou num entrave para quem precisa importar ou exportar. O diretor do Grupo Casco Comércio Exterior e Logística, Kleber Fontes, explica que o procedimento para a análise do conteúdo dos contêineres depende da Receita Federal, já que todas as imagens escaneadas são enviadas diretamente para o órgão. Os agentes da Receita também podem encaminhar a carga para conferência aduaneira e, quando isso acontece, o novo processo pode levar até 45 dias, o que resulta em gastos com armazenagem e demurrage (cobrança aplicada pelo armador pelo atraso na devolução do contêiner).