12 de março de 2018 às 15:25

Município de Corumbá e Antaq tratam retorno de operação do porto fluvial

O encontro aconteceu na quinta-feira, 8 de março, e contou com participações do chefe da Casa Civil, Luiz Antônio da Silva, e o diretor-executivo da Agência Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), Alexandre Vasconcellos.

A volta da operação do porto fluvial de Corumbá para o turismo foi tema de uma reunião do prefeito Marcelo Iunes com o chefe da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), Sérgio Monteiro de Lima. O encontro aconteceu na quinta-feira, 8 de março, e contou com participações do chefe da Casa Civil, Luiz Antônio da Silva, e o diretor-executivo da Agência Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), Alexandre Vasconcellos.

Iunes detalhou ao chefe da Antaq em Corumbá, que o Município trabalha a construção de um Terminal Hidroviário de Embarque de Passageiros e Deck para Visitação Turística, como parte do projeto do Distrito Turístico na Orla Portuária.

O prefeito reforçou a importância de Corumbá para o turismo sul-mato-grossense e nacional. Somente em 2016 o município recebeu 217 mil turistas, sendo um terço desse total de visitantes internacionais. O turismo trouxe à cidade cerca de R$ 320 milhões – em 2015 –, o que representa quase 5% do PIB do município.

A Antaq é responsável por regular, supervisionar e fiscalizar as atividades de prestação de serviços de transporte aquaviário e de exploração da infraestrutura portuária e aquaviária. É vinculada ao Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil.

A Agência dedica-se a tornar mais econômica e segura a movimentação de pessoas e bens pelas vias aquaviárias brasileiras, em cumprimento a padrões de eficiência, segurança, conforto, regularidade, pontualidade e modicidade nos fretes e tarifas. Arbitra conflitos de interesses para impedir situações que configurem competição imperfeita ou infração contra a ordem econômica, e harmoniza os interesses dos usuários com os das empresas e entidades do setor, sempre preservando o interesse público.

Fonte: O Pantaneiro